Ministra da Habitação visita futuro Centro de Alojamento Temporário em Monção
04 Janeiro 2024, 12:14
Projeto, avaliado em 131.981,89 euros, é cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Programa “Recuperar Portugal”, inserido na Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário (BNAUT). A Câmara Municipal de Monção comparticipa com 25 mil euros.
A Ministra da Habitação, Marina Gonçalves, esteve, na tarde de quarta-feira, no concelho de Monção, tendo visitado o futuro Centro de Alojamento Temporário (CAT), em construção na freguesia de Cambeses. Nesta deslocação, a governante esteve acompanhada pelo presidente do Conselho Diretivo do IHRU, António Leitão.
A apresentação do projeto, a cargo do arquiteto José Eduardo Vaz, teve lugar no Centro Pastoral de Cambeses, seguindo-se um percurso pedonal até ao CAT, onde a comitiva tomou contacto com o andamento da obra.
Catarina Lourenço, presidente da Junta de Cambeses, considerou a estrutura “uma valiosa resposta habitacional às pessoas mais vulneráveis”, sublinhando que “o direito à habitação é uma necessidade fundamental para uma vivência digna”.
António Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Monção, afirmou que projetos estruturantes como este nascem e desenvolvem-se com base na vontade e paixão dos eleitos locais.
“É a dedicação e voluntarismo dos autarcas das freguesias que contribui para a transformação dos seus territórios, dando qualidade de vida às respetivas populações”, disse o autarca, para quem “o papel das parcerias é fundamental na criação de projetos essenciais para as pessoas”.
O autarca monçanense falou sobre a Estratégia Local de Habitação que, até 2026, com o apoio governamental, vai permitir um investimento de cerca de 9 milhões de euros no setor da habitação. Em 2024, está prevista a intervenção em dois bairros sociais e a construção de 32 habitações a rendas acessíveis, um investimento superior a 3 milhões de euros.
A Ministra da Habitação reforçou que a habitação é um direito fundamental de todos os portugueses, realçando que “a política de habitação é um objetivo estratégico do pais que, como se comprova em todo o território nacional, está a ganhar forma com investimentos palpáveis no terreno”.
O Centro de Alojamento Temporário destina-se a albergar pessoas mais vulneráveis e com necessidade urgente e temporária de habitação (sem-abrigo, imigrantes, vitimas de violência doméstica) ou famílias afetadas por acontecimentos inesperados ou imprevisíveis (catástrofes naturais, incêndios ou pandemias).





















