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VIANA: Advogado natural da Areosa suspeito de falsificar licenciatura em Direito pede suspensão de funções e entrega cédula profissional

Nuno Cerqueira

21 Junho 2022, 14:25

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O advogado natural de Viana do Castelo e com escritórios em Braga, Luís Rufo, e suspeito de falsificar certificados académicos na obtenção da licenciatura em Direito, requereu a suspensão de funções e “entregou voluntariamente” a cédula profissional, anunciou hoje a Ordem dos Advogados (OA).

“A Ordem dos Advogados faz saber que ao final do dia de ontem [segunda-feira], Luís Rufo, que exercia advocacia em Braga, alegadamente, sem possuir as qualificações académicas necessárias para o efeito, requereu a sua suspensão como advogado e entregou voluntariamente a sua cédula profissional junto dos serviços do Conselho Geral da OA”, aponta a Ordem em nota de imprensa.

Luís Rufo, natural da Areosa e que trabalhou como chefe de receção no Hotel do Parque, em Viana do Castelo, e na Pousa da EDP do Lindoso, Ponte da Barca, exerce há cerca de 30 anos advocacia mas é apontando como falso advogado devido a eventual falsificação dos certificados académicos que lhe terão permitido obter a licenciatura em Direito.

Luís Rufo, antes de fundar escritórios em Braga, onde se especializou em expropriações, trabalhou no Porto no departamento jurídico da EDP, precisamente na área das expropriações.

A OA frisa destaca que, “com a entrega e respetiva suspensão da cédula profissional de advogado”, Luís Rufo “fica impedido de qualquer prática profissional até que todos os factos relatados pela comunicação social sejam investigados e comprovados junto das instâncias competentes”.

“O bastonário da OA, Luís Menezes Leitão, espera assim que esteja reposta a confiança que a cédula profissional de advogado, documento emitido pelo Conselho Geral da Ordem e assinado pelo seu bastonário, deve merecer aos cidadãos e à sociedade em geral”, lê-se comunicado.

“Este caso é de extrema gravidade”, frisa e reitera que “tudo fará para que a legalidade seja reposta”.

“E, caso se comprove a desconformidade do título para o exercício das funções do advogado visado, [a OA] irá tomar as competentes providências a nível criminal e disciplinar, no quadro das competências que o Estatuto da Ordem dos Advogados reserva ao Conselho Geral da Ordem”, refere ainda o comunicado.

Na segunda-feira, o Conselho Regional do Porto (CRP) da OA revelou ter avançado com uma participação criminal contra o advogado Luís Rufo, por alegada falsificação dos certificados académicos que lhe teriam permitido obter a licenciatura em Direito.

Luís Rufo, que exerce advocacia há cerca de 30 anos, é suspeito de ter tirado o curso através de uma fraude, forjando documentos da Faculdade de Direito de Coimbra.

Naquela faculdade, Rufo “apenas completou a disciplina de História do Direito Português”.

Posteriormente, utilizaria o certificado dessa disciplina, rasurando o nome da cadeira e colocando outra no seu lugar.

A Rádio Alto Minho está desde sábado a tentar chegar à fala com Luís Rufo, mas sem sucesso.

 

 

 

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