Alto Minho compromete-se a atingir neutralidade carbónica até 2050
31 Outubro 2022, 15:53
A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho quer atingir a neutralidade carbónica até 2050, através de uma “forte aposta na expansão das energias renováveis, na eficiência energética e na redução da dependência dos combustíveis fósseis importados” foi hoje divulgado.
Em comunicado enviado às redações, a CIM do Alto Minho, que agrega os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, adiantou que o compromisso assumido, no âmbito da iniciativa europeia Pacto de Autarcas, integra plano de ação integrado para a “transição energética”, não região.
A CIM do Alto Minho aponta “três objetivos gerais”, como a redução do consumo de energia e, concomitantemente, a redução das emissões de carbono, o aumento da produção local de energia renovável e, portanto, aumentar as fontes de energia de baixo carbono e equilibrar a produção e o consumo de energia para alcançar o estatuto de território com balanço energético nulo”.
Para a CIM “o caminho para que o Alto Minho se torne num território com balanço energético nulo ficou mais claro com a aprovação, na sexta-feira, em reunião do Conselho Intermunicipal do Alto Minho, daquele plano de ação”.
Naquele documento, os autarcas dos dez concelhos do Alto Minho acordam “trabalhar numa ação conjunta, coerente, concertada, consistente e integrada (vertical, horizontal e territorialmente) com a prioridade a ser colocada no aumento da eficiência energética, na diversificação e intensificação da produção de energia de base renovável, no incremento da produção de energia descentralizada (seja individual ou coletivamente, através do autoconsumo ou através de comunidades de energia)”.
Comprometem-se ainda a “modernizar os transportes públicos e de mercadorias” e a “apostar”, cada vez mais, “numa mobilidade progressivamente integrada e sustentável, no reforço e modernização de infraestruturas, na investigação (incluindo deteção e monitorização), experimentação, inovação e competitividade, na promoção de processos, produtos e serviços de baixo carbono, na melhoria dos serviços de energia e, a apostar na capacitação, sensibilização e partilha de informação”.





















