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c/VÍDEO: Associações empresariais querem uma liderança nacional para economia azul

Nuno Cerqueira

13 Junho 2022, 16:45

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Cunha Júnior, presidente da direção Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), afirmou, no âmbito da conferência "Jornadas da Inovação e Transferência de Conhecimento" que decorreram em Viana do Castelo, que a economia do mar é encarada como "uma coisa séria" por todas as entidades mas há mudanças que são precisas de fazer.

“Precisamos de uma liderança nacional e regional, Precisamos de coordenar estas ações da economia do mar. Precisamos de um foco e uma linha a seguir”, referiu Cunha Júnior, que, no entanto, tem esperança no anúncio da tutela em querer criar “uma taskforce para todas as entidades que trabalham a economia do mar”.

“É uma fileira que tem de ser explorada, muito ampla e com muitas possibilidades”, destacou o presidente da AEVC.

Também o presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz alinhou pelo mesmo diapasão.

 

“Esta visão do governo em colocar [o mar] na agenda política, para nós, é importante, porque já estamos de certa forma posicionados para alavancar mais depressa estes territórios”, disse Nuno Lopes, que quer agora passar ao plano de ação, pois considera estarem reunidas “todas as linhas de trabalho e queremos juntar todos os players, no sentido de passar ao plano de ação”.

A criação de um Centro de Inteligência Azul, que lidere a implementação de um plano de ação para a economia do mar, é uma dessas ações e prioridade entre 6 medidas preconizadas pelo projeto InovSea.

A produção de hidrogénio, produção de algas, são outro caminhos “tocados” por José Maria Costa, dando nota que a economia azul é chave para o país.
“As áreas do transporte marítimo, as energias renováveis e a aquacultura, são o futuro e todo isto passa pelo mar”, destacou, sublinhando que “o mar e o oceano são o território do futuro”.
Recorde-se ainda que a CCDR-N apoiou 2,9 mil milhões de euros de investimento e  no Programa Operacional Norte 2020 os apoios atingiram 97 milhões de euros de investimento elegível.

O cluster do mar em Portugal já representa 5,1% do PIB, 7,1 milhões em VAB e emprega mais de 4% da população portuguesa.

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