c/VÍDEO: Município de Viana e APDL avançam com estudo para potenciar porto de mar
14 Junho 2022, 20:11
O objetivo é potenciar o porto de mar de Viana do Castelo com o intuito de captar mais empresas e operadores para aquela importante infraestrutura da região norte do país.
Desta forma foi assinado hoje entre as duas instituições um protocolo para avançar com um estudo que vai apontar um caminho.
“O objetivo do estudo é claro. Perceber quais as necessidades da economia local e, com isso, ver se o porto de mar está em condições de responder a essas necessidades. Se não estiver, o que podemos nós, Estado e APDL, fazer para melhorar a capacidade de resposta”, afirmou o presidente da APDL, Nuno Araújo.
O porto vianense já operou acima de um milhão de toneladas de capacidade instalada em mercadorias. Atualmente atinge as 400 mil toneladas, daí que estudo também tenha essa intenção de perceber as reais necessidades do porto para voltar atingir esse número.
“Nos últimos anos investimos 30 milhões de euros, para captar novas empresas e proporcionar ao tecido económico que aqui já trabalha melhores condições, mas não queremos ficar por aqui. Se o estudo identificar que a infraestrutura que hoje existe não corresponde, de alguma forma, às expectativas e que podemos proporcionar soluções logísticas mais fiáveis, mais capazes, mais baratas, se for o caso, para que as empresas da região possam progredir, prosperar, ainda mais iremos fazer o que for necessário para que isso se venha a concretizar. É esse o nosso compromisso”, referiu Nuno Araújo.
Já o edil de Viana do Castelo deu nota que este tudo não tem a ver com a eventual linha férrea que sirva o porto. Repetiu isto mesmo várias vezes. Luís Nobre preferiu falar num cenário de “desafio para o futuro” e com vontade de “abrir oportunidades e desafios”.
“O município quer estar dentro do processo e não na expectativa para ser se corre bem. Quer estar dentro para poder dialogar e influenciar”, sustentou Luís Nobre.
A elaboração do estudo tem o valor máximo previsto de 40 mil euros, ao qual acresce o valor do IVA, e será pago em partes iguais pelas entidades signatárias do protocolo hoje assinado e tem um tempo de execução de seis meses.




















