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c/VÍDEO: VALENÇA: Professores pedem a Marcelo para ´desbloquear`negociações com o Governo

Nuno Cerqueira

24 Janeiro 2023, 15:58

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Valença assistiu hoje, provavelmente, uma das maiores manifestações que aquela cidade assistiu.

Vieram de todos os concelhos do distrito de Viana do Castelo e pediram ao Presidente da República para “desbloquear” as negociações com o Governo.

“Não há negociações efetivas para resolver as questões mais importantes. As negociações com o Governo estão a ser muito parciais e enviesadas. O presidente da República tem de intervir, necessariamente”, apelou o docente Luís Braga, autor de uma carta aberta ao também minhoto Marcelo Rebelo de Sousa que rapidamente reuniu cerca de sete mil assinaturas.

“O que se está a pedir ao Presidente da República é que use os seus poderes. É eleito diretamente pelo povo, é o guardião da Constituição. No próximo sábado, a manifestação à porta do Palácio de Belém tem esse objetivo. Dizer ao Presidente da República que tem de desbloquear o impasse negocial”, destacou.

Para o próximo sábado está marcada nova concentração de professores em Lisboa, uma ação com o dedo do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP), que começa junto ao Ministério da Educação e termina no Palácio de Belém, e que os professores querem ver junto deles o professor que é PR.

“Não votamos num Presidente da República para ser comentador desportivo. Votamos num Presidente da República para resolver os problemas efetivos do país”, afirmou um docente no meio da “manif” e que foi aplaudido pelas centenas de colegas .

André Pestana, do STOP, marcou presença na ação de protesto em Valença e referiu que os professores não estão dispostos a “ceder mais tempo” por “direitos” que esperam há muitos anos, entre eles a “igualdade entre todos os docentes do continente, dos Açores e Madeira”.

“Se o ministro reconhecesse isto, esta luta iria acalmar. Nós sabemos que não é possível conseguir tudo de uma vez, mas se o Governo quer acalmar esta luta tem de ceder em coisas muito simples. Não estamos a pedir o paraíso. Estamos a pedir coisas concertadas e realistas”, disse, acrescentado que “o pessoal não docente tem de trabalhar 120 anos para chegar ao topo da carreira”, auferindo “salários de miséria”.

 

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