Chega revela candidatos a Valença e Arcos de Valdevez
06 Março 2025, 10:58
Já são conhecidos os candidatos do Chega às Câmaras de Valença e Arcos de Valdevez nas próximas eleições autárquicas.
Em comunicado, o partido adianta que Miguel Malheiro Reymão, de 69 anos, natural de Lisboa, é o candidato à autarquia da cidade raiana. É um gestor e engenheiro agrónomo português com uma vasta experiência no setor bancário e empresarial.
Licenciado em Agronomia pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade Técnica de Lisboa, também concluiu uma Pós-Graduação em Gestão e Organização de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa.
Ao longo da sua carreira, desempenhou cargos de liderança na Caixa Geral de Depósitos, incluindo a função de Presidente da Comissão Executiva (CEO) do Banco Internacional de São Tomé e Príncipe (2015-2023) e Diretor Geral Adjunto da Sucursal da CGD em Timor-Leste (2010-2015), onde implementou medidas de reestruturação e crescimento financeiro. Também atuou como Diretor Comercial em diversas regiões de Portugal.
Além da carreira bancária, Miguel Malheiro Reymão tem um perfil empreendedor, tendo lançado um projeto de turismo rural (Quinta da Casa Alta) e criado marcas de vinho verde. Foi ainda membro da Direção da Associação de Produtores-Engarrafadores de Vinho Verde e Vice-Presidente da Confraria dos Vinhos Verdes. Atualmente, dedica-se à gestão da Quinta da Casa Alta, em Valença.
O Chega indicou também o nome de Luís António Pinheiro da Rocha como candidato à Câmara de Arcos de Valdevez.
“Aceitei o convite por entender ser a única ideologia partidária capaz de mudar o paradigma político dos últimos 50 anos no concelho”, refere o candidato citado num comunicado enviado às redações.
O arquiteto de 50 anos, natural da freguesia de Couto, no concelho de Arcos de Valdevez, tem “uma experiência política marcante, foi presidente da Assembleia de Freguesia e candidato, como independente, à Junta de Freguesia”.
O seu compromisso com a comunidade foi uma extensão natural do seu trabalho profissional, buscando sempre aplicar os seus conhecimentos para melhorar a sua terra natal, o Couto, e os que nela vivem”, adianta a nota do Chega.
Segundo o partido, Luís da Rocha “dedicou-se à arquitetura e ao ensino, sempre com o objetivo de criar espaços que melhorassem a qualidade de vida das pessoas”, sendo que “a sua paixão por transformar espaços também o levou a envolver-se ativamente na política local”.



















