DECO defende melhoria nos preços de referência dos combustíveis
24 Novembro 2015, 8:40
A DECO defende uma melhoria do sistema de preços de referência dos combustíveis que ao deixarem de fora a logística, a margem do retalho e o IVA não se aproximam do preço de venda ao público.
Na conferência ‘Mercado de Combustíveis em Portugal’, em Lisboa, Ana Tapadinhas da DECO defendeu que os preços de referência nos combustíveis, divulgados há um ano pela Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), deve ser melhorado, para maior benefício dos consumidores.
O diretor da ENMC para a área petrolífera, Filipe Meirinho, admitiu que “não há dia” em que o organismo não receba queixas de cidadãos relativamente aos preços de referência nos combustíveis, publicados diariamente, uma vez que o valor divulgado se afasta do praticado nos postos de abastecimento.
“O preço de referência em nada se relaciona com o preço de venda final. Há uma linha que separa o preço de referência e o de venda ao público que inclui logística, retalho e IVA”, declarou o responsável da entidade criada para fiscalizar o setor dos combustíveis, explicando que os preços de referência correspondem ao preço à saída da refinaria.
Segundo o responsável, os preços de referência servem para as regiões autónomas fixarem os preços, as câmaras terem referência para os concursos e para os consumidores terem um termo comparativo – tendo para tal que conhecer o processo de formação de preços.






















