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Jerónimo Sousa veio a Viana, trouxe as mulheres do Porto e criticou a ANA

Rádio Alto Minho

04 Julho 2022, 10:53

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O secretário-geral do PCP, Jerónimo Sousa, esteve em Viana do Castelo, no domingo, onde acompanhou o passeio da CDU das mulheres do Porto, que este ano "aterrou" na praia fluvial da Argaçosa.

Durante um convívio o líder comunista acusou o Governo de estar à espera do novo líder do PSD para decidir a localização do novo aeroporto de Lisboa por ter “compromissos com a política de direita”.

“Quem privatizou a ANA [empresa que gere os aeroportos] foi o PSD, que entregou ao PS aquela dádiva. Agora, o PS que tem nas mãos o poder de decidir e resolve dizer que vai esperar pelo PSD para encontrar uma solução. Aquele que privatizou vai agora emitir uma opinião. De certeza que é com uma visão de privatização, de andar para trás para que não seja encontrada uma resposta estratégica, de fundo, em relação ao aeroporto”, afirmou Jerónimo Sousa.

“Não quer assim o Governo. Só entendemos tendo em conta os seus compromissos com a política de direta”, disse.

Jerónimo considerou que a substituição do Aeroporto Humberto Delgado é  “preocupante” numa altura em que o país “precisa cada vez mais da produção nacional, de criar infraestruturas, de responder a problemas estruturais”.

“É uma obra de centenas de milhões de euros, que permite resgatar o espaço do aeroporto da Portela e dar resposta a esta grande possibilidade que temos de criar infraestrutura fundamental para os tempos que virão”, referiu.

Na intervenção que proferiu, Jerónimo de Sousa acusou ainda o PS de ter pedido a maioria absoluta, não para resolver, mas para agravar os problemas do país.

“Com a maioria absoluta podia fazer o que quisesse, olhar para os salários, pensões e reformas, para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e para a escola pública. A maioria absoluta não é para resolver os problemas, a maioria absoluta é para os agravar, seguindo a política de direita”, referiu.

O secretário-geral, que no final do discurso não prestou declarações aos jornalistas, condenou a “indiferença” do PS em resolver os problemas que afetam o SNS, garantindo estar em curso “uma tentativa de assalto, por parte do privado para liquidar o SNS”.

“A direita económica que vive do negócio da doença, dramatiza e procura assaltar o SNS. Não temos ilusões em relação a isso. Como aconteceu noutros países. No momento em que claudicarmos e abdicarmos do SNS, em que o direito à saúde se transforma num direito do cliente, os portugueses iam ver, mas não vão porque nós estamos cá para resistir e lutar”, acrescentou.

No plano internacional, insistiu que a guerra na Ucrânia “nunca deveria ter começado” e sublinhou a necessidade de “tudo ser feito para alcançar a paz, para terminar conflitos e sanções, para procurar o diálogo entre as partes envolvidas”.

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