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O poder da inflação na carteira dos portugueses

Rádio Alto Minho

06 Maio 2022, 8:22

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Portugal entrou em 2022 com uma notícia excelente para a carteira dos portugueses perante a subida do salário mínimo nacional. Porém, simultaneamente surge uma guerra no mundo e a inflação começa a arrecadar o pequeno ganho que um cidadão usufruiu. O impacto da inflação tem problemas acrescido e a carteira dos portugueses irá sentir de forma cruel.

O impacto da guerra em Portugal

Infelizmente o mundo está a sentir negativamente a guerra entre a Rússia e Ucrânia e todos os fatores começam a complicar-se. Em Portugal não só os combustíveis sentiram um impacto tremendo, mas o poder de compra começa a ser comprometido e o salário liquido começa a ser curto para as famílias.

Como é de conhecimento geral, a Ucrânia é um dos maiores celeiros do mundo e faz exportação de várias matérias-primas para Portugal, como trigo, por exemplo. Face a isso, a ida ao hipermercado começa a ser mais dispendioso, com vários bens alimentares a subirem um aumento superior a 4%, como é o caso da carne, ovos e massas.

O poder de compra está a ficar mais comprometido com o passar das semanas e a inflação está a subir de uma forma cruel, como não era vista há longos anos. Perante isso, os portugueses terão que começar a fazer várias escolhas e a lutar por garantir o mesmo estilo de vida, principalmente no orçamento familiar.

A inflação na carteira dos portugueses

O Banco Central Europeu já havia mencionado que as taxas de juro iriam ter que subir em Portugal, mas não se esperava tal impacto. Após a mudança nos créditos habitação, onde foi reduzido os anos de empréstimo, antes de 40 anos, a inflação chegou e não haverá como contrariar tal fator.

As Taxas Euribor eram negativas há vários anos e chegaram agora a saldo positivo, o que irá colocar os portugueses com taxa variável nos seus créditos a mudanças radicais nos seus créditos, reduzindo ainda mais o orçamento familiar. As poupanças começam a ser mínimas e o Estado Português pretende criar mudanças para ajudar um país que não quer voltar ao que viveu em 2008.

Assim sendo, há muitas pessoas que procuram já a mudança radical nas suas vidas para que consigam estar acima dos problemas que vão causar impacto em muitas famílias.

O imobiliário sem paragem

A subida da inflação e a diminuição da oportunidade nas carteiras portuguesas será ainda um problema perante a realidade do mundo do imobiliário. Quando se pensava que o limite de idade nos créditos habitação poderiam ser a solução para travar a alavancagem que existe neste mercado, a verdade é que o poder de compra de uma casa será ainda menor, o que poderá abanar, ainda mais, os valores das rendas das casas, que já estão a um preço muito irrealista perante a maioria dos salários em Portugal.

Para quem já tem o seu crédito habitação e está assustado com a possibilidade da prestação se tornar impossível, deve analisar a sua Taxa de Esforço e procurar soluções, das quais pode amortizar o crédito habitação de forma parcial, diminuindo a prestação mensal.  Porém, também pode optar por tentar negociar junto do seu banco o crédito ou transferir o mesmo para outras entidades bancárias, tudo em prol de não sentir um impacto tão forte da realidade para onde Portugal caminha1

Olhar para o futuro visando o controlo financeiro

A mudança é procurada com o intuito de estar pronto para uma forte crise financeira que pode ocorrer em Portugal, como em 2008. Assim, são vários os portugueses que já procuram emprego fora de Portugal, de forma a fugir a uma crise. Porém, Portugal é um país de oportunidades e a opção de mudança para um trabalho melhor remunerado é visto como uma opção mais realista.

Em prol de se salvaguardar é sempre recomendável começar a analisar da melhor forma os encargos e despesas mensais e tentar reduzir o que é possível, preparando já a carteira para o menor poder de compra que irá ser realidade num futuro próximo. O futuro perante uma guerra sem data para terminar está comprometido e temos que estar prontos para enfrentar uma crise financeira!

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