Os trabalhadores da função pública estão desde a 00:00 em greve.
A paralisação de 24 horas, convocada pela Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesinap) afeta, sobretudo, os setores da Saúde e da Educação.
A principal reivindicação é a valorização das carreiras.
Em declarações à agência Lusa, o vice-secretário-geral da Fesinap já tinha antecipado que “a educação, incluindo professores, e a saúde, incluindo médicos e enfermeiros”, poderão ser os setores mais afetados, “como acontece recorrentemente”.
Helder Sá preferiu, no entanto, não antecipar expectativas de adesão e lembrou ainda que “para os hospitais há serviços mínimos”, tal como obrigatório por lei.
Segundo o vice-secretário-geral Fesinap, um dos motivos que levaram à convocação desta greve diz respeito às declarações do ministro da Educação, na passada sexta-feira, quando o governante afastou a hipótese de ser criada uma carreira especial para os trabalhadores não docentes das escolas, uma das principais reivindicações dos assistentes operacionais.




















