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VIANA: Docentes do IPVC “redesenham” Matadouro que Nobre quer “das artes”

Nuno Cerqueira

05 Dezembro 2022, 15:53

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O Grupo de Trabalho de Design do Politécnico de Viana do Castelo, constituído por vários docentes, pretende despertar consciências e chamar a atenção para a importância de combinar tradição, inovação, academia e mundo empresarial, por forma a dar uma “nova roupagem” a construções emblemáticas na cidade de Viana do Castelo.

Combinar tradição, inovação, academia e mundo empresarial em torno de construções antigas, com o objetivo de contribuir para a sua efetiva melhoria a níveis estéticos e sustentáveis.

Ao mesmo tempo, estimulam-se jovens designers e atraem-se empresas da área. Estes são os propósitos do GTD – Grupo de Trabalho de Design do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, constituído pelos docentes e investigadores Manuel Rivas, Liliana Soares, Ermanno Aparo, Jorge Teixeira e Rui Cavaleiro.

“Um desses casos é o Matadouro Municipal. Neste sentido, a questão de investigação foi: em que medida o modus operandi do design, combinando tradição, inovação, academia e o mundo empresarial, pode contribuir para uma efetiva melhoria de edifícios antigos como matadouros? Este projeto, que recupera um edifício junto a uma escola de design, pode servir de estímulo e ocasião para atrair empresas e outras entidades, criando novos stakeholders, que estimulem o desenvolvimento e a inovação”, avança a docente na ESTG-IPVC.

Recorde que Luís Nobre, então na altura candidato do PS à Câmara de Viana do Castelo, afirmou que queria reconverter o edifício devoluto do antigo Matadouro Municipal, que em 2026 completa 100 anos, num espaço para ateliês e residências artísticas, e para fixar talento no território, foi hoje divulgado.

“Cumpre o objetivo de fixarmos talento no território e ao mesmo tempo recuperar um património histórico. Temos uma forte procura por artistas e criativos locais, nacionais e até internacionais, para os seus processos criativos, para mostrarem os seus trabalhos. Esta é a solução”, disse Luís Nobre.

“Precisávamos de um espaço com esta capacidade e as condições necessárias. Ali poderemos até ter uma área de apresentação de espetáculos e mostras artísticas”, explicou ainda Luís Nobre, reconhecendo a crescente procura de artistas, para os seus processos de criação.

 

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