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Carlos Meira apresenta moção para “reconstruir” o CDS “de baixo para cima, das bases para a cúpula”

Andrea Cruz

05 Novembro 2019, 13:18

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Carlos Meira, militante de Viana do Castelo do CDS-PP, defendeu hoje, a necessidade “reconstruir” o partido “de baixo para cima, das bases para a cúpula”, tal como preconiza na moção ao congresso de janeiro, em Aveiro.

“Depois de ter anunciado a minha candidatura à liderança do partido no conselho nacional de outubro, aqui está a moção “Pelo futuro, por Portugal” ao 28º congresso do CDS onde está esplanada a estratégia global que defendo para o partido”, afirmou hoje o empresário de 34 anos.

Carlos Meira, adiantou que além daquele documento, “já iniciou o processo de elaboração da lista com que concorrerá à liderança do partido, tendo recolhido 250 das 300 assinaturas necessárias para formalizar a candidatura”.

Carlos Meira, natural de Viana do Castelo, é militante do CDS-PP desde os 19 anos.

O ex-presidente da concelhia do CDS-PP de Viana do Castelo e candidato do partido à Câmara da capital do Alto Minho nas eleições autárquicas de 2013, explicou que a moção “Pelo Futuro, por Portugal”, “surge em defesa dos que não têm voz no interior do partido, em defesa de todas as estruturas locais, desrespeitadas e desconsideradas pela direção nacional e que perderam o sentimento de pertença ao CDS”.

“Esta moção surge com espírito construtivo e agregador, todos somos poucos para reconstruir e levantar de novo o CDS. Não surge do seio da elite do partido, do seio daqueles que tratam o partido como se fosse sua propriedade e que fizeram do partido a sua casa profissional há mais de 20/30 anos. Urge inverter a pirâmide no CDS ,urge reconstruir o CDS de baixo para cima, das bases para a cúpula, porque sem as bases e sem os militantes os resultados estão à vista”, escreve o primeiro subscritor do texto publicado na página “Pelo Futuro, por Portugal”, no Facebook.

Carlos Meira adianta que a moção “surge com o propósito de demonstrar ao Partido e a Portugal que não basta nas campanhas eleitorais falar-se em descentralização, falar-se do interior e dos territórios de baixa densidade”, defendendo que “esse discurso tem também que ter aplicação prática na organização do partido”.

“Esta moção surge com o propósito de demonstrar ao Partido que desses territórios de baixa densidade também podem surgir moções, contributos, sugestões, ideias, fundamentadas e pensadas, sempre com o fito e o propósito de levantar de novo a voz do CDS, para a voz de Portugal ser maior”, refere

No documento refere ainda que “a moção é dedicada aos que, internamente, têm medo de se manifestar, de se pronunciar, de falar, de participar”.

“Esta moção é dedicada àqueles que não se resignam e que no seio do partido lutam para que na sociedade portuguesa exista, realmente e de verdade, uma maior igualdade de oportunidades. Não tenham medo, porque o partido é nosso, o partido é das bases, o partido é dos militantes”, reforça.

O congresso para eleger uma nova liderança do partido está agendado para 25 e 26 janeiro de 2020, em Aveiro.

Até ao momento, há um candidato declarado, Abel Matos Santos, da Tendência Esperança em Movimento (TEM), do CDS, e dois potenciais candidatos “em reflexão” – Filipe Lobo d´Ávila, do “Juntos pelo Futuro”, João Almeida, deputado e porta-voz do partido com anterior liderança – e o líder da Juventude Popular (JP), Francisco Rodrigues dos Santos, também admitiu uma candidatura.

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