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Ministra do Mar desafia Viana a apresentar modelo de gestão profissional da marina

Andrea Cruz

11 Abril 2018, 15:22

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A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, desafiou hoje a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) e a Câmara de Viana do Castelo a apresentarem, até junho, um modelo de gestão profissional da marina da capital do Alto Minho.

A governante, que falava aos jornalistas, em Viana do Castelo, à margem da assinatura de um protocolo entre a Câmara local e a empresa NELO M.A.R. Kayaks Lda para a criação de uma base naval de treinos de barcos de vela, disse que a necessidade de revitalização da marina foi analisada, hoje, numa reunião que manteve, com o conselho de administração APDL, com a Câmara local e com empresas ligadas ao porto de mar.

“Desafiei a APDL, com o apoio da Câmara para me apresentarem, em junho, um modelo de negócio que permita lançar um concurso para podermos ter uma gestão profissional da marina”, explicou.

Ana Paula Vitorino disse que “tem de ser um modelo diferente do que foi lançado há 10 anos porque o concurso lançado há dez anos fechou deserto e está desatualizado”.

“Tem de ser uma marina que constitua um valor acrescentado pelos serviços relativamente à oferta que existe em Portugal. É um desfaio que temos aqui e que lanço a todos”.

Referiu ser “precoce” falar do tipo de modelo de gestão a aplicar naquela infraestrutura.

“Pode ser o lançamento de um concurso para uma gestão privada mas também pode ser encontrada uma outra forma (…) Pode haver outra modalidade, nomeadamente, uma parceria com algumas entidades que já existem”, afirmou.

Viana do Castelo dispõe de duas marinas sob alçada da APDL, uma construída em 1976, situada a montante da ponte Eiffel. Além desta infraestrutura, o porto de recreio de Viana do Castelo é ainda constituído por outra marina inaugurada em 1992. Está situada a jusante da velha ponte metálica tem 163 postos de acostagem para embarcações até 20 metros de comprimento e três metros de calado.

Está ainda prevista, há vários anos, a construção de uma marina atlântica que sirva navios de cruzeiro. Com dimensão internacional, com mil a dois mil postos de amarração, aquele projeto prevê a atracação de frotas visitantes de grandes dimensões, áreas de hibernação a seco e flutuantes, serviços e equipamentos de apoio, serviços de manutenção e reparação, serviços administrativos e oficiais e áreas de venda de material náutico.

A sua construção implicará também a construção e requalificação das marinas, a construção de edifícios de apoio e a expansão da margem sul do rio Lima.

Foto: Marinas.com

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