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Turismo Porto e Norte de Portugal com eleições marcadas para o verão

Andrea Cruz

17 Abril 2018, 17:22

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As próximas eleições para os órgãos da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) decorrem no verão, entre junho e julho. A previsão foi revelada pelo presidente daquela entidade turística Melchior Moreira que não garante, para já, não garante a recandidatura a um último mandato.

Os estatutos da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal indicam que o prazo limite para decorrerem as eleições dos órgãos da TPNP é até final de 2018. Os mandatos da comissão executiva da TPNP são de cinco anos e só pode ser renovado uma única vez .

A TPNP terminou 2017 com um lucro 1,12 milhões de euros, o que representa um aumento de 36% face a 2016, indica o Relatório e Contas 2017 publicado hoje.

Em 2016, o resultado líquido cifrou-se em 820 mil euros, lê-se no documento.

Em 31 de dezembro de 2017, o balanço da TPNP ascendia a 11,4 milhões de euros, “apresentado um acréscimo de 24% comparativamente com o montante do período homólogo do ano anterior”.

No item da “Análise Financeira” do Relatório e Contas 2017, a TPNP apresentava, no final de 2017, fundos próprios a aumentarem em 17%, em relação ao período homólogo de 2016, “devido ao resultado líquido do exercício positivo do exercício”.

O relatório e contas 2017 da TPNP apresentou um montante do passivo de 3,7 milhões de euros, que representa um aumento de 41%, comparativamente a igual período de 2016.

O aumento do passivo em 2017 de 41% explica-se “essencialmente”, refere o documento, com a “transição para 2017 do saldo em dívida no âmbito do Red Bull Air Race (prova aérea), no montante de 1.502 mil euros, cujo montante se encontra parcialmente dependente do recebimento da comparticipação financeira do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), e que em 2017 se encontrava dependente do recebimento do relatório do evento”.

No que diz respeito ao “total de despesa” da Entidade Regional, o documento refere que se observou um “aumento das despesas em relação ao ano anterior, no montante de 1,4 milhões de euros nas despesas correntes” e um “decréscimo de 206.846 mil euros nas despesas de investimento”.

“Em termos percentuais, a despesa aumentou cerca de 20% em relação ao ano de 2016”, conclui o relatório.

A taxa de execução orçamental da despesa foi de 50%, e é explicada sobretudo pela “baixa execução dos projetos FEDER previsto no orçamento e pelos cativos impostos”.

A assembleia geral da TPNP é constituída por um representante do Estado, o presidente de cada município que integre a TPNP e representantes das entidades privadas com interesse no desenvolvimento e valorização turística (nove a nível nacional e 18 a nível regional), lê-se no artigo 15.º sobre a Constituição da Assembleia Geral, e que está publicado no Diário da República

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