Águas do Alto Minho emprega 120 trabalhadores mas ainda precisa de mais 20 funcionários
04 Janeiro 2020, 13:56
O presidente do conselho de administração da Águas do Alto Minho disse hoje que a empresa já emprega 120 trabalhadores que pertenciam aos quadros dos sete municípios que a compõem, mas ainda necessita de contratar mais cerca de duas dezenas de funcionários. para atingir um total que oscilará entre os 140 a 150 trabalhadores.

“Conseguimos integrar 86 a 87% dos trabalhadores das sete câmaras. Cerca de 30 trabalhadores decidiram não integrar a nova empresa e desses, 20 fazem-nos falta. Durante os próximos seis meses, os municípios vão disponibilizar trabalhadores, sendo que a empresa suportará os encargos respetivos até que sejam contratados os funcionários em falta”, explicou Carlos Martins.

O responsável falava, hoje de manhã, num restaurante em Santa Marta de Portuzelo onde decorreu a cerimónia de arranque de atividade da nova empresa que começou a operar no dia 01 de janeiro, servindo 100 mil clientes com abastecimento de água, em baixa, e saneamento de águas residuais.

Durante a sessão, presidida pelo ministro do Ambiente e que contou com a presença dos sete presidentes das Câmaras Municipais do Alto Minho que, com a Águas de Portugal, formam a nova entidade, Carlos Martins anunciou um investimento de mais de 33 milhões de euros, nos próximos três anos.
Daquele montante, adiantou, “mais 13 milhões de euros vão ser orientados para processos de natureza tecnológica ou de renovação de redes com o objetivo de reduzir, significativamente, as perdas”.
“Porque somos ambiciosos queremos, até final de 2022, reduzir as perdas que hoje se estimam em cerca de 40 %, para um valor abaixo dos 30%. No final 2024 queremos que esse valor esteja já abaixo dos 20%. Acredito que estas metas são possíveis com o nosso trabalho empenhado de toda a equipa”, afirmou Carlos Martins.

O ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, garantiu que a Águas do Alto Minho é um empresa de “cariz exclusivamente público”.
“É uma empresa pública e publica será”, reforçou.
Já o presidente da Câmara de Viana do Castelo, e líder da CIM do Alto Minho, José Maria Costa, referiu-se à nova empresa como “um projeto para garantir o futuro das gerações futuras e um grande desafio à inovação e à qualidade do serviço prestado na região”.























